Wikipédia Quem Somos Mulher 500 Publicações Parceiros Links Home Contato Home
  Nesta seção além de obter informações sobre as temáticas relacionadas ao papel da mulher na história do Brasil, você pode também nos ajudar a construir de maneira participativa e democrática o Dicionário Mulheres do Brasil - Volume II, através desta ferramenta.  
COLABORE
Login:
   
Senha:
   
Cadastre-se aqui
  Esqueci minha senha
 
Mini-biografias contidas no "Dicionário Mulheres do Brasil Volume I (publicado) e Volume II (a publicar).
 
Busca Alfabética
| A-C | D-G | H-L | M-P | Q-Z |
Busca Avançada
Nome:
Século:  
Estado:  
Etnia/Cor:  
Atividade:  
Palavra-chave  
Volume:   I II (Wiki)
 
  Guia de referência bibliográfica com a temática de gênero, etnico-raciais e direitos humanos.  
Busca
Palavra-chave:
   
Artigos, Dissertações e Teses.
Busca
Palavra-chave:
Tipos:
Nesta seção estamos disponibilizando cartazes produzidos pelo Movimento Feminista, Movimento de Mulheres, Ong's e Instituições públicas; que tratam de temáticas relacionadas a defesa dos Direitos Humanos das Mulheres.
Busca
Palavra-chave:
Categoria:
 

 

Wikipédia
Em breve!
acervo e pesquisa - biografia de mulheres
detalhes

Tia Doca (1933 - 2009) - VOLUME 2

Século:

XX
Estado: Desconhecido
Etnia/cor: Negra
Atividade: Pastora da Velha Guarda da Portela
Descrição:

Tia Doca – Jilçária Crus Costa (1933-2009)
Pastora da Velha Guarda da Portela

Toca o surdo, pandeiro e tamborim para esta figura emblemática do samba carioca. Jilçara Crus Costa, carinhosamente chamada de Tia Doca foi integrante da Velha Guarda da Portela desde 1970 e referência nos subúrbios cariocas de Oswaldo Cruz e Madureira, berço da Escola.

Antes de dedicar-se exclusivamente ao samba foi tecelã e empregada doméstica. Teve 03 filhos e foi casada com Doca. Após a separação do marido criou, em 1979, um dos mais importantes espaços de pagode da cidade – O Terreirão da Tia Doca -, onde diversos cantores de samba descobriram sua vocação, dentre eles pode-se citar Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, dentre outros talentos. Com o sucesso o repertório da roda de samba virou um cd, em 2000, intitulado Pagode da Tia Doca.

Pastora da Portela, desde 1970, tocava, cantava e sambava. Era uma das vozes femininas do samba, participava de inúmeros eventos promovidos pela Escola, rodas de samba, fazia shows. Com sua escola do coração apresentou-se na Itália, França e Estados Unidos.

Gravou com Zeca Pagodinho e Beth Carvalho. Foi uma das figuras homenageadas no documentário O Mistério do Samba, dirigido Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor e produzido pela cantora Marisa Monte, em 2008. Também corria nas veias a criatividade de compositora. É de sua autoria os sambas Temporal e Orgulho Negro, este último imortalizado na voz de Jovelina Pérola Negra.

Não foi apenas Madureira que chorou na tarde de domingo do dia 25 de janeiro de 2009, quando o coração que batia no ritmo e na cadência do samba parou. Também o mundo do samba chorou com a morte de uma das figuras mais ilustres da passarela, do palco e da alegria carioca – Tia Doca.

 

 

 


COMENTÁRIOS

REDEH 2008 ©. Todos os direitos reservados.